Já trabalhei com um tanto de coisas diferentes na vida. O que essas coisas que eu faço têm em comum é que tudo sempre envolveu a escrita.
Escrevi os livros As horas do dia – pequeno dicionário calendário (7Letras, 2012), O porto (Iluminuras, 2016) e Bruno Schulz conduz um cavalo (Relicário, 2018).
Sou locutora e roteirista, junto com a Sofia Nestrovski, do Vinte mil léguas – o podcast de ciências e livros. É um podcast da Livraria Megafauna, com apoio do Instituto Serrapilheira, que já teve duas temporadas – a primeira, centrada em Charles Darwin; a segunda, em Alexander von Humboldt.
A primeira temporada virou livro: As vinte mil léguas de Charles Darwin, da Editora Fósforo em parceria com as Edições Sesc.
Sou mestre em Letras pela Universidade de São Paulo, em literatura francesa contemporânea. Defendi minha dissertação em 2016.
Traduzi o livro O peso e a graça, da Simone Weil, que saiu pela Editora Chão da Feira
Sou roteirista também de filmes e séries de TV. Escrevi meu primeiro roteiro em 2009, com a diretora Márcia Faria: o curta-metragem Estação, que concorreu na competição oficial de Cannes em 2010.

Desde então, trabalho muito com roteiro. Colaborei no roteiro da série Dom, dirigida por Breno Silveira e disponível no Amazon Prime.
Fui uma das roteiristas da primeira temporada da série Me chama de Bruna, da Fox. Escrevi, também com a Márcia Faria, o longa-metragem Elas não sabem tricotar, que está em pré-produção.
Colaborei com o roteiro do filme Êxtase, dirigido por Moara Passoni, cuja estreia foi em 2020 no festival dinamarquês CPH:DOX.
Colaborei com o roteiro do filme Lobo e cão, dirigido pela cineasta portuguesa Cláudia Varejão, que se passa na ilha de São Miguel, nos Açores, previsto para ser lançado em 2022.
Já fiz também alguns roteiros de séries que ainda não foram produzidas. Como a série histórica sobre D. Pedro I, Orleans & Bragança – contemplada com um PRODAV de desenvolvimento de roteiro. Trabalhei no desenvolvimento de uma série sobre a história do jogo do bicho, com direção de Mini Kerti e com roteiro assinado por Marcelo Rubens Paiva.
Já ministrei alguns cursos e oficinas literárias, como a Fabriqueta de Histórias, para o público jovem, que propunha o desenvolvimento de um livro do início ao fim – desde a escrita dos textos até a diagramação e a impressão. Atualmente, dou a oficina livre de escrita Viagem ao redor do texto, na Escrevedeira.
Trabalhei com dramaturgia também. Acompanhei o processo, como dramaturgista, da peça Revolta Lilith, dirigida por Martha Kiss Perrone. Também concebi, junto com Mário Sagayama, Matheus Leston e Silvana Scarinci, o espetáculo Todas as manhãs do mundo, a partir dos textos de Pascal Quignard e com músicas dos barrocos Marin Marais e Saint Colombe.
Escrevi resenhas para o caderno Ilustrada, da Folha de S. Paulo, e para a Revista Quatro Cinco Um.
Fiz, em parceria com a cantora Luiza Lian, quatro letras para o disco Azul moderno.
Sou ganhadora do Prêmio Off-Flip de Literatura de 2014, com o conto "Bruno Schulz conduz um cavalo", que depois virou esse livro.
E semifinalista do Prêmio Oceanos de 2017, com meu livro O porto.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
Tenho dois gatos, Isidoro e Doralice.​​​​​​​