Já trabalhei com um tanto de coisas diferentes na vida. O que essas coisas que eu faço têm em comum é que tudo sempre envolveu a escrita.
Escrevi os livros As horas do dia – pequeno dicionário calendário (7Letras, 2012), O porto (Iluminuras, 2016) e Bruno Schulz conduz um cavalo (Relicário, 2018).
Sou locutora e roteirista, junto com a Sofia Nestrovski, do Vinte mil léguas – o podcast de ciências e livros. É um podcast da Revista Quatro Cinco Um, em parceria com a Livraria Megafauna, com apoio do Instituto Serrapilheira.
Sou roteirista também de filmes e séries de TV. Escrevi meu primeiro roteiro em 2009, com a diretora Márcia Faria: o curta-metragem Estação, que concorreu na competição oficial de Cannes em 2010.

Desde então, trabalho muito com roteiro. Fui uma das roteiristas da primeira temporada da série Me chama de Bruna, da Fox. Escrevi, também com a Márcia Faria, o longa-metragem Elas não sabem tricotar, que está em pré-produção.
Colaborei com o roteiro do filme Êxtase, dirigido por Moara Passoni, cuja estreia foi em 2020 no festival dinamarquês CPH:DOX.

Já fiz também alguns roteiros de séries que ainda não foram produzidas. Como a série histórica sobre D. Pedro I, Orleans & Bragança – contemplada com um PRODAV de desenvolvimento de roteiro. Trabalhei no desenvolvimento da série Dom, que será dirigida por Breno Silveira e produzida pelo canal de streaming da Amazon; e também no desenvolvimento de uma série sobre a história do jogo do bicho, dirigida por Mini Kerti e com roteiro assinado por Marcelo Rubens Paiva.
Atualmente, trabalho no roteiro do filme Lobo e cão, dirigido pela cineasta portuguesa Cláudia Varejão, que será filmado em 2021.
Traduzi o livro O peso e a graça, da Simone Weil, que saiu pela Editora Chão da Feira.
Também junto com a Sofia Nestrovski, tenho um minicurso de introdução à Simone Weil, que pode ser comprado e visto a qualquer momento no site da Tapera Taperá.
Já trabalhei com dramaturgia também. Acompanhei o processo, como dramaturgista, da peça Revolta Lilith, dirigida por Martha Kiss Perrone. Também concebi, junto com Mário Sagayama, Matheus Leston e Silvana Scarinci, o espetáculo Todas as manhãs do mundo, a partir dos textos de Pascal Quignard e com músicas dos barrocos Marin Marais e Saint Colombe.
Escrevi resenhas para o caderno Ilustrada, da Folha de S. Paulo, e para a Revista Quatro Cinco Um.
Sou mestre em Letras pela Universidade de São Paulo, em literatura francesa contemporânea. Defendi minha dissertação em 2016.
Fiz, em parceria com a cantora Luiza Lian, quatro letras para o disco Azul moderno.
Sou ganhadora do Prêmio Off-Flip de Literatura de 2014, com o conto "Bruno Schulz conduz um cavalo", que depois virou esse livro.
E semifinalista do Prêmio Oceanos de 2017, com meu livro O porto.
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Tenho dois gatos, Isidoro e Doralice.​​​​​​​